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Arquivo da categoria: Aventuras e Roubadas

O Dedo de Deus

O aluno da Escale Diogo viajou até Teresopolis, onde, junto a Leandro e Petya tentou a sonhada escalada do Dedo de Deus. Guiado por Leandro, o grupo andou pela trilha até a base da parede e passou os trechos de cabos de aço, bem molhados pela chuva. O clima não permetiu realizar a escalada da parede, mas deu para curtir a caminhada e o visual fantastico da Serra dos Orgãos.

O Dedo de Deus visto da estrada

Leandro preparando os equipamentos de escalada

E o tempo fechou…

 

Avanzando…

A parede do Dedo de Deus vista do final dos trechos de cabo de aço. Até aqui chegamos.

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Base jumping no desafio Casca Grossa

Uma atividade de montanha ainda pouco usual aqui no Brasil, mas que vem sendo amplamente desenvolvida em outros países, foi o tema do desafio Casca Grossa desta semana.

E todos os participantes são figuras frequentes na escalada em rocha, e que também levam a sério o paraquedismo.

Acompanhe pelo site do Alterosa Esporte. Basta clicar na logo abaixo:

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Patagônia 2008

Ronaldo Franzen, O NativO! de Curitiba, vai apresentar fotos e relatos da última expedição marumbina à Patagônia. O ápice desta foi a escalada do Pilar Goretta, na primeira repetição da via que é considerada a  mais moderna, mais limpa e mais linda de todo Chalten. Leia o relato em http://guiadaurca.com/not15.htm

 Vai ser aqui em BH no Catado de Idéias. (www.catadodeideias.com.br)

BAIXE AQUI O MAPA: http://www.catadodeideias.com.br/Site/Intro_files/mapa%20catado%203%20trajetos.pdf

Quarta-feira 20 de agosto  20h.

E não percam a inscrição para o PAARE https://escale.wordpress.com/2008/08/06/paare-bh-2008/

Começa no dia 21 e parte da arrecadação será destinada à Associação Mineira de Escalada.

Boas escaladas!

Mais escaladas na Bolívia

Este ano o Projeto Sete Picos Andinos vai dar uma geral em algumas das principais montanhas bolivianas.

Os escaladores Marcelo Delvaux, Sérgio Luiz Netto e Luiz Antônio Felber pretendem escalar as seguintes montanhas:

Pequeño Alpamayo – 5370 m – Bolívia

Condoriri – 5648 m – Bolívia

Sajama – 6542 m – Bolívia

Huayna Potosí – 6088 m – Bolívia

Acompanhe o diário da expedição em http://www.setepicosandinos.com/3expedicao.html

E acompanhe também novas fotos do parque Nacional Condoriri, captadas pelo fotógrafo profissional e montanhista Marcelo Andrê.

bolivia_2008_-_p_n_condoriri

E boas escaladas!

Nova via na Pedra Riscada

Pedra Riscada

Texto: Breno Araújo

 

 

A Pedra Riscada agora conta com uma nova via , sendo esta em estilo bem diferente das anteriormente conquistadas. A “Onde o vento faz a curva” já possui atualmente 900m de extensão, mas  é possível o acesso caminhando à 10ª parada da via. Neste ponto começa um belíssimo vertical. As  próximas 8 enfiadas partindo deste ponto foram conquistadas em estilo esportivo, possibilitando um futuro acesso ao cume da riscada de forma exigente fisicamente, mas segura. A via ainda não acessa o cume da pedra, faltando um pequeno costão positivo após as 8 enfiadas e +- 1km de caminhada em um colo com uma mata de cerca de 30 metros de largura e mais de 700 de desnível dos 2 lados.

 

Os primeiros 550 m da via foram conquistados por Marcelo Hadad, Leandro Iannota (Mister Bean) e Breno Araújo(Raxa Cuca). Houve uma segunda empreitada com a participação do Emerson Caverna, Eduardo(king Kong)e André Coutinho(monstro) onde foi feito pouco progresso devido a problemas na furadeira. Já na terceira empreitada, devidamente registrada nestas fotos, com o esforço do Gustavo Tigrao, Aulus Baia, Adriano Barroso(Rosinha) e Breno Araújo(Raxa Cuca) foram conquistados aproximadamente + 350 metros . Alguns trechos foram conquistados em artificial para serem repetidos em livre, possíveis 8a/b. Em breve teremos a conclusão desta belíssima via que, com certeza, se tornará um clássico nacional e possivelmente a mais repetida da Pedra Riscada.

A cor da vida

  Texto: Anne Louise

Shipton Spire é uma mega montanha que se ergue a aproximadamente 6000  metros de altitude, situada no Paquistão ao longo da geleira de Baltoro do Karakoram. Para subi-la só mesmo uma mega montanhista: A especialista em escaladas solos artificiais Silvia Vidal, 36, de Barcelona – Espanha. Apesar da torre ter ganhado popularidade entre os adeptos nos últimos tempos, ainda é um lugar assustador.

 A matéria veiculada em climbing.com compara esta montanha a um urso. E foi em um dos pilares desse urso que Silvia estabeleceu uma nova via graduada como 6a(francês) A4+ com 17 cordadas ao longo de 870 m.

Nos 21 dias em que Silvia esteve sozinha na montanha passou por momentos duros de tempo ruim, tempestade de neve e pensamentos um tanto confusos. Escalava diariamente o máximo que conseguia até quando suas mãos e sua cabeça pediam um tempo.  Em um dos dias de  sua empreitada simplesmente não conseguiu sair de seu portaledge. Cismou de tentar imaginar de que cor era a vida e, naquele momento, era lilás. De acordo com Silvia sua vida no Shipton Spire basicamente refletia uma cor:  lilás, com algumas manchas pretas ao longo do percurso e somente durante os rapéis essas manchas pretas eram realmente significativas.

Daí surgiu o nome desta via que repercurtiu mundialmente: “La color de la vida es lila”, “Life is Lilac” ou “A vida é lilás”.
A escaladora mesmo sendo leve  e bem pequena (mede 1,57m e pesa 43 kg) carregou montanha acima centenas de quilos de equipamentos, somando dois haulbags A5 Grade VII, 50 kg de comida e água, 280m de corda fixa, uma corda dinâmica e uma retinida, mairack completo de equipamentos.
Alguns links com mais informações:

 www.climbing.com

 

 

www.desnivel.com

www.feec.org

www.altamontanha.com

 

Bito Meyer – Aventuras e Roubadas

 

Bito na Leste

Texto: Leandro Reis

Não sei se o Bito concordaria mas, no imaginário montanhístico atual, o vejo como grande ícone da escalada de aventura. 

Abaixo seguem dois links para quem quer conhecer melhor a história dessa figura que há muito tempo frequenta as montanhas do Brasil e do mundo.

Entrevista com Bito Meyer – por Filippo Croso

 

Eu, a via Leste e as Sete borboletas, 20 anos depois
                                                     por Bito Meyer