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Calendário das meninas da escalada

Lançamento com festa na 7 Cumes. Quinta-feira, 16/12, 20h.

Garotas DeDosFriTos

“Fortes brasileiras”

Confira no blog norte-americano “Vertical carnival Dispatches” uma homenagem às fortes escaladoras mineiras que estão sempre evoluindo nas enormes vias esportivas em calcário da Serra do Cipó.

Aí vai o link:

http://verticalcarnival.blogspot.com/2009/05/video-22-fortes-brasileiras.html

Inpirem-se e escalem sempre!

Filmes de montanha

Vídeo que registra a essência romântica do montanhismo tradicional. Uma narrativa criada sobre as imagens de uma cordada feminina escalando o Dedo de Deus, situado na Serra dos Órgãos, RJ.

Imperdível, principalmente pra quem já percebeu que a escalada é e sempre poderá ser, muito mais do que subir uma pedra.

Boas escaladas, e boas evoluções a todos.

A cor da vida

  Texto: Anne Louise

Shipton Spire é uma mega montanha que se ergue a aproximadamente 6000  metros de altitude, situada no Paquistão ao longo da geleira de Baltoro do Karakoram. Para subi-la só mesmo uma mega montanhista: A especialista em escaladas solos artificiais Silvia Vidal, 36, de Barcelona – Espanha. Apesar da torre ter ganhado popularidade entre os adeptos nos últimos tempos, ainda é um lugar assustador.

 A matéria veiculada em climbing.com compara esta montanha a um urso. E foi em um dos pilares desse urso que Silvia estabeleceu uma nova via graduada como 6a(francês) A4+ com 17 cordadas ao longo de 870 m.

Nos 21 dias em que Silvia esteve sozinha na montanha passou por momentos duros de tempo ruim, tempestade de neve e pensamentos um tanto confusos. Escalava diariamente o máximo que conseguia até quando suas mãos e sua cabeça pediam um tempo.  Em um dos dias de  sua empreitada simplesmente não conseguiu sair de seu portaledge. Cismou de tentar imaginar de que cor era a vida e, naquele momento, era lilás. De acordo com Silvia sua vida no Shipton Spire basicamente refletia uma cor:  lilás, com algumas manchas pretas ao longo do percurso e somente durante os rapéis essas manchas pretas eram realmente significativas.

Daí surgiu o nome desta via que repercurtiu mundialmente: “La color de la vida es lila”, “Life is Lilac” ou “A vida é lilás”.
A escaladora mesmo sendo leve  e bem pequena (mede 1,57m e pesa 43 kg) carregou montanha acima centenas de quilos de equipamentos, somando dois haulbags A5 Grade VII, 50 kg de comida e água, 280m de corda fixa, uma corda dinâmica e uma retinida, mairack completo de equipamentos.
Alguns links com mais informações:

 www.climbing.com

 

 

www.desnivel.com

www.feec.org

www.altamontanha.com

 

Escale! no pódium feminino

A categoria master feminina que participou do Stone boulder foi formada exclusivamente por alunas da Escale! e também, é claro, pela Anne que é instrutora da escolinha infantil.

 Parabéns a todas as participantes.

Meninas no pódium

No pódium, da esquerda para a direita:

Gisele Alcântara, 3a colocada.

Marcela Melo, 2a colocada.

Anne Louise, 1a colocada.

Jacinda hunter

Jacinda Hunter

 Texto e tradução livre: Anne Louise

Vou escrever agora sobre uma mulher que com certeza me fez repensar alguns paradigmas quando li sobre ela na Climbing de outubro de 2007. Seu nome é Jacinda Hunter, 29 anos, nascida em Spanish Fork, Utah – EUA. Em um sábado quente e úmido em Upper Chaos Canyon, no Parque Nacional de Rocky Montain Jacinda trabalha o boulder “Barbwire Beard”, um V11 que sai de uma caverna escura. São as primeiras férias dela em nove anos, conciliando quatro filhos, um marido e sua carreira de enfermeira. A escaladora ficou parada por oito anos e há um vem trabalhando alguns V10s. Em 2007 ela embolsou algumas vias que a deixaram bastante orgulhosa, entre elas “Resident Evil” e “Fingerhut” , dois V10s em JoesValley. Seus filhos estiveram presentes na maioria das suas mais difíceis conquistas, mas ela acha importante dar um tempo e escalar sozinha uma vez ou outra. Depois de tanto tempo parada com o esporte o que mais a ajudou a voltar tão forte foi um presente que ganhou do marido: um finger board! Jacinda ainda não mandou o tal V11 desta vez mas, certamente, com a determinação dessa garota esse será mais um orgulho na sua lista de escaladas.

Fontes: Revista Climbing outubro 2007.

www.climbing.com